Há, aqui, uma insistência que não é repetição: é reinvestida, como em Castro Alves, Jorge Luís Borges, Carlos Drummond de Andrade e Machado de Assis cujo germe de sua crônica Baile de Casacas já existia 8, 10 anos antes apenas como anúncio na rua do Ouvidor. Volto ao mesmo núcleo — a madrasta, a família, a cisão — não para dizer de novo, mas para dizer de outro modo. Cada reaparição desloca o eixo, altera a função,
reconfigura a linguagem como lugar onde a família não se estabiliza, sendo madrasta o princípio estruturante do desejo que desorganiza vínculos e Afrodite dita a reconfiguração violenta da família.