Ao longo da história, a educação sempre ocupou um lugar estratégico na produção e na reprodução da vida social (Saviani, 2021; Manacorda, 2010; Aranha, 1996; Romanelli, 1996). Em determinados momentos, foi utilizada como instrumento de conservação das desigualdades; em outros, converteu-se em espaço privilegiado de crítica, resistência e construção de novas possibilidades históricas (Gramsci, 1991). É exatamente nesse campo de disputas que esta obra se insere.