Transver o mundo — enxergá-lo com outros olhos, reinventar o olhar e descobrir o que se esconde nas miudezas da vida — talvez seja também a tarefa mais profunda da educação. Esta metáfora poética de Manoel de Barros nos convida a pensar a docência como um exercício constante de recriação do sentido, um gesto de resistência diante do que
se apresenta como pronto e definitivo.