A evolução da tecnologia de sementes no Brasil sempre caminhou lado a lado com a capacidade de transformar desafios estruturais em oportunidades científicas. Durante alguns anos, no início do uso da análise de imagens de sementes no nosso país, a maioria dos laboratórios e instituições de pesquisa que desejavam avançar na avaliação digital de vigor dependiam de softwares caros, licenciados e, muitas vezes, restritos a grandes centros, ou a algumas poucas instituições que detinham o seu licenciamento por aqui.